
“É ele a minha grande razão de viver. Se tudo perecesse, mas Ele ficasse, eu continuaria a existir. E se tudo permanecesse e Ele fosse aniquilado, o mundo inteiro se tornaria para mim uma coisa totalmente estranha. Eu não seria mais parte desse mundo.... Ele está sempre, sempre, em meu pensamento. Não como um prazer, visto, como nem sempre sou um prazer para si mesma, mas como o meu próprio ser”.
O Morro dos Ventos Uivantes
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